O homem acusado de aplicar um golpe contra um morador de Sertânia, causando um prejuízo superior a R$ 7 mil, teria sido localizado na cidade de Pombal, no estado da Paraíba, onde, segundo informações de moradores, seria uma figura já conhecida por supostas práticas semelhantes.
De acordo com relatos, a vítima sertaniense afirmou que pretende procurar a Polícia Civil de Sertânia para formalizar novas informações e solicitar que haja comunicação entre as autoridades pernambucanas e a polícia paraibana, visando a adoção das medidas cabíveis.
O caso ganhou repercussão após o acusado, segundo a denúncia, utilizar nomes de pessoas conhecidas na região para conquistar a confiança da vítima e este fato ser noticiado na imprensa local (ver matéria). Com um discurso convincente, negociou a compra de um equipamento avaliado em mais de R$ 7 mil. Após acertar a negociação, teria informado que iria até uma agência bancária sacar ou buscar o dinheiro para realizar o pagamento.
No entanto, após deixar o local com o objeto, o homem não retornou nem efetuou o pagamento, caracterizando, segundo a denúncia, um possível crime de estelionato.
Ainda conforme informações levantadas, o suspeito foi devidamente identificado e posteriormente localizado em Pombal, cidade paraibana de onde seria natural. Moradores daquela localidade relatam que o indivíduo já seria conhecido por envolvimento em ocorrências semelhantes, embora tais alegações dependam de confirmação e apuração oficial pelas autoridades competentes.
A vítima, indignada com o prejuízo sofrido, espera que o caso tenha um desfecho judicial e que as autoridades possam agir com rapidez diante das informações obtidas.
“Agora o que se espera é justiça. Não podemos aceitar que situações como essa continuem acontecendo”, teria relatado a vítima.
O caso reforça o alerta para que comerciantes, produtores rurais e vendedores adotem cautela em negociações, especialmente quando houver promessas de pagamento posterior ou retirada imediata de bens sem a devida compensação financeira.
As investigações e eventuais responsabilizações cabem às autoridades policiais e ao Poder Judiciário, respeitando-se o direito à ampla defesa e ao contraditório.
