O Tribuna do Moxotó recebeu diversas denúncias de comerciantes localizados nas cidades de Tabira e Afogados da Ingazeira, onde ali, segundo eles, uma tal tal fiscalização Preventiva integrada composta por diversos órgãos federais e estaduais estão aterrorizando a todos. É que não houve nada de “fiscalização preventiva”, o que houve foi fechamento de estabelecimento por conta de coisas que poderiam ser antes orientadas para que todos se adequassem a essas “novas” regras.

“Estamos assustados, tem coisa que foram exigidas que nunca pensávamos que seria exigidas, frigoríficos onde vender carne, galinha e até lava jato foram fechados, prejudicando pais de família, onde está a fiscalização preventiva? Estão jogando duro com pessoas honestas que vivem do seu negócio e isso não se faz. Aqui em Afogados alguns comerciantes estão fechando seu negócio até saberem se estão certos ou errados. Um absurdo. Enquanto isso o Prefeito José Patriota não dá uma palavra e nem sequer a imprensa local fala sobre esse caso. Como pode?”, disse um comerciante afogadense bastante revoltado com essa tal fiscalização sem prévio aviso e bastante truculento, segundo o comerciante que não quis se identificar por medo de represálias.

O que se soube é que estão entrando nas casas para confiscar pássaros e até papagaios e o momento é de medo nas cidade do pajeú. “Um lava jato agora aqui na nossa região s[o funciona se se aparelhar,para vocês terem uma ideia, esse tal aparelhamento custa no minimo 60 mil reais, como podemos nos “adaptar”?, comentar com o Tribuna do Moxotó um dono de lava jato localizado na região e desesperado com a situação.

O que se sabe é que o arrocho ali naquela região e que o critério cultural de uma regão não está sendo observado. “Até o mercado público foi de certa forma fechada, mercado de peixe também e o que vamos fazer?”, disse um morador da cidade de Afogados da Ingazeira e que costumava comprar seu “peixinho” e seu “frango” nos finais semana e que agora, após a fiscalização está impossível com essa tal fiscalização “preventiva”.

Segundo informações emitidas pela assessoria do IBAMA os órgãos envolvidos nessa tal operação de fiscalização preventiva voltada para a defesa da sociedade, do meio ambiente em todos os seus aspectos e da saúde está sob a coordenação do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Defesa do Meio Ambiente do MPPE, MPF e Ibama, com apoio da CBHSF,  Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro); ONG Animalia; Agência Nacional de Mineração (ANM); Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac); Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa); CemaFauna Caatinga/Univasf; Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF); Agência de Bacia Peixe Vivo; Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH); Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA); Fundação Nacional de Saúde (Funasa); Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe); Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra); Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); Ministério Público Federal (MPF) e Estadual (MPPE); Polícia Militar de Pernambuco (PMPE / 23º BPM e Cipoma); Polícia Rodoviária Federal (PRF); Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas); e Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Tentamos entrar em contato com a responsável do Núcleo de Qualidade Ambiental IBAMA/PE, através do telefone distribuído para imprensa, mas não obtivemos êxito, mas vamos continuar tentando.

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